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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

quiero más!
HAMAS?
no HAMAS?
qué? no HAMAS?
entonces me voy a gaza.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Sentes que és gente quando mentes
Quando mentes com todos os dentes
Sentes que és dentes quando mordes
Quando mordes com todos os dentes
Sentes que és tinta quando pintas

Sinto que sou destes quando me apontam
A ponto de sentir que sou destes
Quando consinto que destes sou só

E sinto que desminto quando me dói

Sentes que és gente e que te sente
mas é mentira.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Sentes que és gente quando mentes
Sentes que és dentes quando mordes
Sentes que és tinta quando pintas

Sinto que sou destes quando me apontam
E sinto que desminto quando me dói

Sentes que és gente e que te sente
mas é mentira.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008


........................... agora não dá para falar ...........................

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

dementes paixões
debaixo do chão instável "your own personal jesus" ideal
ideal para oferecer no Natal
tem comando ..tem cu tem mando
mente de choro remoto ..que tem marcha-a-ré na moto
mas tem
um ouvido só
mas tem
.......ouvido só
para si só para si se fizer
pelo menos um sacrifício
pequenino como o menino

mas tem que ser.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

"your own personal jesus"
ideal para oferecer no Natal
tem comando
remoto
mas tem
um ouvido só
para si se fizer
pelo menos um sacrifício
pequenino como o menino
mas tem que ser
dementes paixões
debaixo de chão
construção ão ão ão ão ão ão
mentes de choro
guitarra-baixo
quedão se
desconstrução
desmentes que
dão mentes que dão
pão

sábado, 20 de dezembro de 2008

dementes
debaixode
construção ão ão ão ão ão ão
mentes de
baixo
quedão
desconstrução
des
mentes que
dão mentes que dão
pão

sábado, 9 de agosto de 2008

o ninho


.é pela saliva que os oráculos se esboçam
nas madressilvas de infinitos pátios
despenham-se pássaros perfumados
e as palavras vivem em amado sangue púrpura
e cervicais vertiginosamente alimentadas.
como os poetas coronariamente
ajoelham em argilas cristalinas
dobrados pela noite dentro inata de cânticos frios e marinheiros
o diabo é natalício e bebe as espigas em grito
em pórticos destruídos e gritos de gansos pela cabeça.

um areal obsessivo
e um crepúsculo imaculado
e taças de veneno divinas
para algodoar o corpo antes que imensas vozes o bebam em corcel

os maxilares rompem rosados
em gerações de quadrúpedes e guerreiros disformes
crateras e cordilheiras
e o cérebro é um miolo de respiração infinitamente breve.

os meus pulsos ausentam-se
os livros antigos ao amanhecer violeta
definem alabardas azuis-líquidas
e barcos regressados das sepulturas âmbares

entre os lábios e a fala
onde rebentam folhas duma cor incómoda

entre livros e algum crime
a equívoca luz depois dos espelhos

então cerca-te explodindo pássaros
para afagar as vísceras
na próxima veia, à hora das fogueiras,

volto às películas.