sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Camões a vós na voz do Camones


1#. Camões escangalh[e]ado no Cutup engine (v2.0)

servir Amor?

É É Amor a si si é servir a doer;
vontade;
que arde um contentamento mais que
por vontade;
É a em se
É sente;
fogo Se tão sem é o causar tão é fogo que arde que o estar é o ver

um
É doer; dor se ver ver; É nunca contentar-se contrário nos mata vence, solitário andar o mesmo
fogo que

É fogo que gente; não querer amizade,
É ter a si dói e mesmo Amor? como com estar querer mais


#2. Camelões travestido na praça, com auxílio do Travesty generator

Ahohastare? Nina a deudem omeminh tente, que Me já Nindeinfa m caste!

is nh ndezapenfamidera Mo m Astenasisera masorto mpa tefaso ma, Oha to

mpranh! dem da sta te, te! Tão ta Que po m o lo nfera quegoue ce! já quer-tara

de te Ner Nisteseris quertem tende Mer-ta Emeinãorem Tão ce te ca po spa

vixo ssinueixa as da enãoro de, ntama e Aspe ntendesco colha já vanãohar-teinh!

Que mpounhanãouemixa po trte due der-tantenaminte poh! a lo mas pe, te

tavitasta o m ste im o ntapoha o so ta Ne e? mixa oha vimouemprtemindasto,

nta Quedenste De me qus Que?! !!! !!!! !!!


#3. dis.seca.ção do signo simbólico em Camaleones ou di.seca.ção do signo simbólico em Camaleones também, foda-se, porque é que levaste isto para o word?! o poder visual pode ser tão ou mais importante quanto o jogo linguístico...!


As armas e os barões assinalados,

na, Por mares nunca de antes nav
Que da ocidental praia Lusit
aegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
do que prometia a força humana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais
E entre gente remota edificaram
aram;
Novo Reino, que tanto subli
m

terça-feira, 5 de agosto de 2008

nuvem etiquetada


aquela  aquele  casa  com  como  criança 
  dava  de  dedos  dentro  depois  dia  dos  durante 
e era  eram  esquecidos 
folha  frase  fundo  isso  janelas  lado  livro  lua 
não nenhum 
no  num  onde  páginas  palavra 
para  parágrafo por  porque  quarto  que 
sem  ser  si    sol  tinham 
um  uma  vez 

poemanuvem a partir de quarto com vista para dentro (epifania do livro), de Sandra g.d (publicado neste blog)
gerado com OCLC Tag Cloud Builder (e posteriormente adaptado)

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Beco


link
para o poema digital.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

quarto com vista para dentro (epifania do livro)

quarto com vista para dentro (epifania do livro)

era uma vez. era uma vez um quarto. um quarto de rostos esquecidos feito, com janelas para lado nenhum. um quarto onde o vento entrava pelas janelas e o sopro nas páginas abertas dava em qualquer palavra que enfim era o parágrafo do dia que habitava o quarto. o parágrafo era o das horas que não tinham minutos, do sol que não cabia na janela e por isso não temia a sombra azul que é como quem diz ser como esquecido, porque as palavras davam na mesma para frase sem o sol, a frase que, nada dizendo porque assim reduzida a si, às palavras todas juntas, na folha quase papel porque apenas papel e o vazio, era feita de palavras que não tinham mais lado nenhum a não ser aquela frase, aquele parágrafo, aquela folha, aquele livro, aquele quarto com vista para lado nenhum a não ser para dentro de si mesmo e por isso, para todo o lado sem nenhum lado. no parágrafo do quarto portanto, as palavras eram a janela que dava para o livro, no quarto à beira do fundo da casa, no fundo da noite, nas palavras sem frase nenhuma, só as palavras. porque só as palavras num quarto plantado no meio do verão, num lugar onde durante o dia só chegava a lua e durante a noite só chegavam as palavras que eram o sol em forma de livro aberto. porque só as palavras no quarto por fim sem parágrafos que era uma imagem de traços em arco-íris sem palavras, no fim do livro, na última página, que trazia na mão a criança que morreu depois, muitos parágrafos depois sem palavras dentro, com o livro dentro dos dedos, os dedos dentro do peito e o sol e a lua dentro dos cabelos da criança morta deitada sobre o chão do quarto dentro da casa no fundo do livro sem palavras nem mais parágrafos a seguir.

Sandra g.d.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

a apartar a partir do poema do público de Indianapolis / ouve-se depois o estardalhaço de um poema a cair no goto


Ring ring rang rang ranço ranço roce roce catalimbra boa tarde

In-di-a-napolis
que em português quer dizer- ring ring rang rang ranço ranço roce roce catalimbra boa noite ?qué pasa?

pelo reservatório vertical
encontra-se a nova linha de
dimensão da marmeleiramarmeleiraàsombradacolmeia
esculpida pelas doze bailarinas em ferro
xxxxtecido na vagem Isca-poluindo-se

In-di-a-napolis
que em português quer dizer - ring ring ring  xxxx((www.rong)

ao avistar uma paisagem de xixi gRRRrrRRRRr
pela fricativa do som adentro deve explicar-se
às crianças a involução da gravidade
em skydiving
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz (pfiuuu)

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In-di-a-napolis na polis in Dia fechar aspas
que em português quer dizer - pfiuuuuuuuu catacumba pumba poing
coluna endiabrada pelo bardo das tranças rapadas torcENDo-se

pro
)curar uma francisca pela con(fusão das cabe-ças alpinistas
a enrodilhar-se em nomes de bichos pro
)curados
(p
)el(o Sr. Foda-se (ei-lo)
que é surdo e por isso grita
(a) toda a gente por igual:
“Oi çalá!”

In-di-a-napolis no dIA de a pólis fechar pela envergadura das costuras suturadas
no negrume devasso do tecido tangente que em português quer dizer -

ring ring xxxxx ninguém atende do outro lado da parede mouca

Oiça cácaracaca!

domingo, 6 de julho de 2008

a partir do poema do público de Indianapolis

Ring ring catalimbra boa tarde

In-di-a-napolis
que em português quer dizer-

pelo reservatório vertical
encontra-se a
dimensão da marmeleira
esculpida pelas doze bailarinas em ferro

In-di-a-napolis
que em português quer dizer -

ao avistar uma paisagem de xixi
deve explicar-se às crianças a involução da gravidade
em skydiving

In-di-a-napolis
que em português quer dizer -

procurar uma francisca pela confusão das cabeças alpinistas
a enrodilhar-se em nomes de bichos procurados
pelo Sr. Foda-se
que é surdo e por isso grita toda a gente por igual:
“Oiça lá!”

In-di-a-napolis
que em português quer dizer -

Oiça cá!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Poema do Público de Indianapolis

Ring ring catalimbra boa tarde
In-di-a-napolis
Vertical
Reservatório
Marmeleira
Doze bailarinas
Vastidão
Crianças
In-di-a-napolis
Skydiving
Cabeça
Xixi
In-di-a-napolis
Sr.
Dimensão
Oiça lá! Foda-se
Involução
Gravidade
Paisagem
Xixi reservatório de crianças
Reservatório
Al-pinista
Francisca bicho
Involução
Foda-se
Ferro
Marmeleira
Confusão


(este é um poema colectivo resultante do conjunto de todas as palavras "apanhadas" pelo público durante a performance Indianapolis.
as aranhiças & elefantes agradecem, com todas as suas patas e patitas, ao público da performance Indianapolis, ao Salão 40 e ao CITAC)

quinta-feira, 26 de junho de 2008

CONVOCATÓRIA


telegrama da rosana para o alpinista da micro-narrativa em montanha de pelúcia

rosana pestana, que lhe vendera o brinquedo uns dias antes, ao saber da notícia, caiu na incimensurável desmesura da pálpebra - outonou-se.

terça-feira, 24 de junho de 2008

micro-narrativa sobre um alpinista um urso e uma montanha

quando finalmente chegou ao topo, o alpinista que subia as montanhas acompanhado pelo seu ursinho de peluche escorregou - aquela montanha era alérgica à pelúcia- espirrou.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

NÃO PERCAM!!!


Hoje, dia 20/Junho/2008
Quebra-Bar, Coimbra
Inês Rodrigues

segunda-feira, 16 de junho de 2008

. tentativa (netpoema)





[netpoema com fotografia de Roger Ballen]

sábado, 14 de junho de 2008

Performance Poética- Porque viver É poesia...


descobertas pela nossa olheira de novos talentos poéticos
mikkas

Elefante Rinoceronte

quarta-feira, 11 de junho de 2008

isto é um poema
sem tema
que de tema não tem pena
mais uma pena menos uma pena
e o tema ficou sem poema

isto é uma menina que chora
chora à hora
à hora de ir embora

terça-feira, 3 de junho de 2008

O Poema-legenda



(per)segue-se o canto pelas veias da barda

o pulmão aberto de vagens


bifurcam-se depois essas mesmas veias

na voragem preliminar  do tempo

//////////////////////////////////por iluminar


segunda-feira, 2 de junho de 2008

re/trato de uma mesa com artificiais arte/factos nela po/usados.

[clica sobre a imagem para ver o poema em alta definição]

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Performance Indianapolis - Take 2





Performance Poética Indianapolis

30/Maio

CITAC (1º piso AAC)
23h30

no âmbito da exposição mostr'ego

quarta-feira, 28 de maio de 2008


O mal da maioria atormentada é não ter uma receita das pessoas. - Maria Pragana

O mal da receita milagrosa do mundo é a tormenta de pessoas. - Pastor Negligente

Esclarecimentos sobre a performance Indianapolis

Estimadas Pessoas:
As aranhiças & elefantes podem muitas desculpas a quem apareceu no dia 27/Maio para ver a performanace Indianapolis, mas a performance foi cancelada por razões alheias à nossa vontade. O espaço onde iamos performar, o CITAC, estava de luto.
Assim sendo, a perfomance ficará em princípio para 6a, dia 30 de Maio, mas confirmaremos.
A exposição Mostr'ego está a decorrer até dia 30 de Maio.
obrigada pela vossa compreensão

segunda-feira, 26 de maio de 2008