sábado, 28 de fevereiro de 2009

Deitamento Pouco tráfico

MARIA maria
JOANA a MARTINS
FILOMENA amena
FILOSOFIA estria
SOFIA ia
4EVER ver e crer
WASHINGTON tonelada
AMO-TEte-amo
AMO-TE MUNDO
Amo-te undo
GEOGRAFIA FÍSICA = CIÊNCIA DA TERRA ≠ FLUC
Grafia tisíca = omnipotência do céu ≠ fctuc
AMO-TE ETERNAMENTE C33 & também C%
HISTÓRIA 08/09 28/11/08 - & amor agudo
PIRIKITO amar-elito?
AMO-TE MUITO MEU AMORZINHO
AMO-TE MEU AMORZINHO LINDO
JOÃO PINTO!
Jãozinho pintainho.
CARLOS QUERIDO
Carlos ferido
QUERIDO AFILHADO DA LI e dalí
YOMA
YOMA
Oko hama
Oko hama
AMO-TE MUITO
Te-mu-t-(m)uito
CONCENTRAÇÃO MOTARD
Concentração tarde
TVXQ
tvyq
Prk? Tu és?
MILA GEO. 07
XUXU * GEO.
PIRIKITO
Corre com o bode da ode
e
MORRE!
Ed Ude

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Levantamento Tropo gráfico

MARIA
JOANA     MARTINS
FILOMENA
FILOSOFIA
SOFIA
4EVER
WASHINGTON
AMO-TE
AMO-TE MUNDO
GEOGRAFIA FÍSICA = CIÊNCIA DA TERRA ≠ FLUC
AMO-TE ETERNAMENTE C33
HISTÓRIA   08/09   28/11/08
PIRIKITO
AMO-TE MUITO MEU AMORZINHO
AMO-TE MEU AMORZINHO LINDO
JOÃO PINTO!
CARLOS QUERIDO
QUERIDO AFILHADO DA LI
YOMA
YOMA
AMO-TE MUITO
CONCENTRAÇÃO MOTARD
TVXQ
Prk? Tu és?
MILA GEO. 07
XUXU * GEO.
PIRIKITO
MORRE!


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Levantamento Tropo gráfico no. 1
Local: FL.UC, Anfiteatro II, segunda fila, ala esquerda
Data: 19 de Fevereiro de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

poema corpo objecto 2

poema corpo objecto

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Primeira internacionalização ou Salamanca.








11.02.2009  Bar El Savor  Salamanca

domingo, 15 de fevereiro de 2009

«A fuga do homem pássaro»

3h da manhã
Têmpera magenta decorava
a parede
da cozinha,
o soalho
.
No soalho,
dois
Janela aberta
e
la fóra
Alguém
que dentro
disse: "já não sei a cor"


ed Ude

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Absolutamente nada:

quando se passa
e quando se passa
e quando se ouve
se ouve...

é ensandecido
e logo esquecido
aquele mar de idiotas.

não obstante,
não digo absolutamente nada
nem prosa,
nem prosa poética
e muito menos poesia
(era o que faltava).

eis então:

POIS!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

00h07

Burro sandeiro de perna partida
Na encruzilhada santeira do Sancho
Pança que pensa
Antes tivesse o Sancho um Volkswagen Cabriolet
a cabrear-se por não o ter

Crepúsculo-maltez
Moínho de maté e Linho
Fez-se bela fogueira e vestido de noiva
Sancho não se casa, encasaca-se
Em lunetas verdes Crepúsculo-má-rêz
Direcção: nascer do sol ou pôr do sol, tanto faz se há ressurreição ou não
O burro segura-lhe o rabo do vestido com os dentes cerrados
Titubeante.

007

Burro sandeiro de perna partida
Na encruzilhada do Sancho
Antes tivesse o Sancho um Volkswagen

Crepúsculo-maltez
Moínho de Linho
Fez-se bela fogueira e vestido de noiva
Sancho não se casa, encasaca-se
Em lunetas verdes
Direcção: nascer do sol
E o burro segura-lhe o rabo do vestido com os dentes cerrados
Titubeante.

ed Ude

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

deixas contínua a conversa com Silent Solace sobre os oceanos
E há umA velha galinha no velho céu azul, entre os dois anões que vivem e morrem nas costas
de uma poltrona e roubam fruta e dão trincas na Carroça na colina.
Como se, na presença do mar, lambessem as redes e a remendada vela de guizos à cabeça
e concertinas
falavam de coisas sem fim e dos muitos significados das folhas
Entre a interminável tempestade de vontade,
A cadeia da galinha e do céu turquesa
dizem a
vontade e muitas vontades, e do vento,
que as tendas são provisórias trazidas para baixo
para um abaixo do beiral do telhado das cartas que o matemático admirava,
porque a prosa era sentimental
em cinquenta segundos os pÚemas da mansão das medusas
de que a tempestade, para a fazenda
de um rodado vestido,
é atracar a surdez que a caveira ganha ao sol.

Aplainando: Como se passaram ###. Não,
o-deixa-estar-tísico ronda as crias aguando a voz que está sob o beiral.
a lâmina Não se fala,
no prolapso o som que ouvimos Nesta conversa, o som Das coisas e dos seus movimentos: o imperturbável viveiro do outro ser vinca Um monstro na véspera que se desloca
pelo pasto de uma estação turquesa rodada
a cem quilómetros do clarão.
´´´´´tempera´´´´´´´´´´´´´´´´´´
Na cintura um boletim do ministério comunica
Que há muita paz´´´´´´´´´´´´´´E que a maioria das metamorfoses ´´´´´´´ é um desatino
tardam as nuvens
a propósito, a palma da minha mão tem um cavalo marinho a afiar as naifas nas orelhas.
Silent Solace: abortar.
É amarelo e antigo aquele farol
infinitamente para dentro tenho a vaga impressão que a certa altura
Nesta conversa
o beiral
a-l-a-g-a e tem colecções de formigas.
continúa conversa com Silent Solace

A velha galinha e o velho céu azul,
Entre os dois que vivem e morrem --
As trincas de Carroça na colina.

Como se, na presença do mar,
É secar as redes e a remendada vela
E falava de coisas sem fim,

Entre a interminável tempestade de vontade,
Uma vontade e muitas vontades, e do vento,
Dos muitos significados nas folhas,

Trazido para baixo para um abaixo do beiral do telhado,
de que a tempestade, para a fazenda,
A cadeia da galinha e do céu turquesa

Como se passaram ###.
Não é uma voz que está sob o beiral.
Não se fala, o som que ouvimos

Nesta conversa, o som
Das coisas e os seus movimentos: o outro ser,
Um monstro que se desloca pela turquesa rodada.

´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

acima das cabeças temporárias.

na confusão das vozes carnívoras.

uma libelinha
alimenta-se.

de suor. nevrálgico

de girinos,, essas instituições planas.

planas:

fusinforme

a litania.

plana.
late:

acima
das cabeças temporárias
na confusão das vozes carnívoras.

uma libelinha alimenta-se.

de girinos essas instituições planas.

planas.

fusiforme

a litania.

plana.

acima
das cabeças temporárias

a poética do espaço

With all the empirical experience of our world the simplicity of violence still keeps baffling the inability to express the elliptical galaxies and we're so noisemeaningless among the desert of stars that our body motion is a supermassive dwarf ex-pan-ding and words squeeze to zero-side and a poem sustains the bounds and the discontinuous fluctuations.I wish for the nostalgia for the plasma idiom is exponential and releases the syllables of our tombs. The rhythm that I assume is inopportune because my orgasmic cries off the beat freeze the system the rules invisibility and place them into the abyss into the impossible losses.

domingo, 18 de janeiro de 2009



Fazemos nós um lugar para além

Atrás da luz e palavras que não podes desprezar,
Mas para além o agitado ouvir
Até que alguém realmente se encontra para fora.

(Ou então dizemos) que no final
Falamos
a literal litania

A menção depois.

mas é por onde se entram muito bem longe
.
.
.

passarinho de papel
sob
montanha de alumínio

Revelação

sábado, 17 de janeiro de 2009

deslibelinhizar

na confusão das vozes carnívoras

uma libelinha  

alimenta-se de girinos e instituições 

planas

no vazio fusiforme

perpendicularmente acima

  das cabeças temporárias


libelinha

na confusão das vozes

uma libelinha plana

por vezes    sobe no vazio

perpendicularmente acima

               das cabeças.


       antónio alfredo


quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

ensaio sobre a

ensaio sobre a #03(do dia ao contrário onde estava a )


um dia a vai devorar a noite para que possa ser a a noite inteira



agora estou só a falar e a dizer: é a que está a mais nisto tudo. é a que está no início e no fim. não está por acaso que os olhos a vêem no lugar para que olham. e para onde eles olham é onde está o fundamento, a como incontido o segredo que brota. tenho a como o fundamento que descobri e através dele é como falo quando tenho que falar e dizer dela o que não consigo mais não dizer. e a noite no princípio do fundamento antes da é o que está antes de mim e da . um lugar secreto de depois também onde pensamos que estamos e que é . estou simetricamente perante a que é toda para que a veja o mundo e que me obriga a falar dela porque então se não morro de não a dizer. e dito assim, eu queria um lugar só para a como quando titãs se encontram no espaço e ficam no lugar delas suspensas para que existam e as vejamos e para que a tenha o lugar dela, onde ela estivesse se não fosse aquilo tudo já o que foi. e estivesse de estar tanta e tanto que fosse demais se acaso ela pode ser a mais. eu queria um lugar em que ela fosse toda só um mundo. a a transbordar pelo universo dentro, não para fora, ele ainda mais de ser outra vez da ser a terra a singrar contra os meus olhos que vão contra a que vejo. vejo tanto a que não sei ver mais nada. há uma que é a que vejo e que é de que não consigo falar. mas nas palavras que digo sobre a , estou a dizer sobre a que não disse, que é onde eu estou sempre nessa quando estou em silêncio. se fosse a uma dessas coisas. silêncio que é onde está a agora no seu preciso lugar: é na que estou por fim quando fecho os olhos e não os abro mais. se vir a quando fechar os olhos, posso morrer e não ver mais nada.

e4

poemacão

cão afamigerado
porta-luvas, negro-espuma
late, late, levemente
late três vezes sem saber
espuma-te o pelo,
raivoso.
espuma-te a narina
um odor
louca espuma de pudor

ed Ude