quinta-feira, 19 de março de 2009
rezando um terceto e um avé bom senso com o vaticano
este post consta da reza de um terceto, sendo complementado por um exercício lúdico para toda a família! induzir em erro nunca foi tão fácil; felizmente, (des)construir também não!
Com o vaticano a desinstruir
E os elefantes e aranhiças a desconstruir
O conhecimento vamos atingir!
1) Para este exercício, vamos necessitar de algumas frases sem sentido em relação ao tema da SIDA, recorrendo para isso à ajuda de membros do vaticano.
"os ensinamentos tradicionais da Igreja [são]o único modo seguro de prevenir a disseminação da doença"
“a distribuição de preservativos pode até aumentar o problema”
"o vírus da sida é cerca de 450 vezes mais pequeno do que o espermatozóide", por isso poderia passar pela 'rede' que é o preservativo”
2) Um elefante começa a (des)construir
"os ensinamentos da Igreja podem até aumentar o problema”
“os preservativos” são “o único modo seguro de prevenir a disseminação da doença”
“a distribuição de preservativos” é no mínimo “cerca de 450 vezes mais pequena” do que deveria ser
“O espermatozóide” “poderia passar pela 'rede'” de “ensinamentos tradicionais da Igreja”
3) Gastando apenas algumas conjugações, preposições e locuções, atingiu-se, sem esforço, um conjunto de frases sensatas sobre a SIDA. Com a ajuda do seu filho de 6 anos, vamos agora construir um texto fluído!
Os preservativos são o único modo seguro de prevenir a disseminação da doença.
A distribuição de preservativos é, no mínimo, cerca de 450 vezes mais pequena do que deveria ser. O espermatozóide poderia passar pela 'rede' de ensinamentos tradicionais da Igreja; caso contrário, os ensinamentos da Igreja podem até aumentar o problema.
Elefante 3
domingo, 15 de março de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Deitamento Pouco tráfico
JOANA a MARTINS
FILOMENA amena
FILOSOFIA estria
SOFIA ia
4EVER ver e crer
WASHINGTON tonelada
AMO-TEte-amo
AMO-TE MUNDO
Amo-te undo
GEOGRAFIA FÍSICA = CIÊNCIA DA TERRA ≠ FLUC
Grafia tisíca = omnipotência do céu ≠ fctuc
AMO-TE ETERNAMENTE C33 & também C%
HISTÓRIA 08/09 28/11/08 - & amor agudo
PIRIKITO amar-elito?
AMO-TE MUITO MEU AMORZINHO
AMO-TE MEU AMORZINHO LINDO
JOÃO PINTO!
Jãozinho pintainho.
CARLOS QUERIDO
Carlos ferido
QUERIDO AFILHADO DA LI e dalí
YOMA
YOMA
Oko hama
Oko hama
AMO-TE MUITO
Te-mu-t-(m)uito
CONCENTRAÇÃO MOTARD
Concentração tarde
TVXQ
tvyq
Prk? Tu és?
MILA GEO. 07
XUXU * GEO.
PIRIKITO
Corre com o bode da ode
e
MORRE!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Levantamento Tropo gráfico
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
«A fuga do homem pássaro»
Têmpera magenta decorava
a parede
da cozinha,
o soalho
.
No soalho,
dois
Janela aberta
e
la fóra
Alguém
que dentro
disse: "já não sei a cor"
ed Ude
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Absolutamente nada:
e quando se passa
e quando se ouve
se ouve...
é ensandecido
e logo esquecido
aquele mar de idiotas.
não obstante,
não digo absolutamente nada
nem prosa,
nem prosa poética
e muito menos poesia
(era o que faltava).
eis então:
POIS!
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
00h07
Na encruzilhada santeira do Sancho
Pança que pensa
Antes tivesse o Sancho um Volkswagen Cabriolet
a cabrear-se por não o ter
Crepúsculo-maltez
Moínho de maté e Linho
Fez-se bela fogueira e vestido de noiva
Sancho não se casa, encasaca-se
Em lunetas verdes Crepúsculo-má-rêz
Direcção: nascer do sol ou pôr do sol, tanto faz se há ressurreição ou não
O burro segura-lhe o rabo do vestido com os dentes cerrados
Titubeante.
007
Na encruzilhada do Sancho
Antes tivesse o Sancho um Volkswagen
Crepúsculo-maltez
Moínho de Linho
Fez-se bela fogueira e vestido de noiva
Sancho não se casa, encasaca-se
Em lunetas verdes
Direcção: nascer do sol
E o burro segura-lhe o rabo do vestido com os dentes cerrados
Titubeante.
ed Ude
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
E há umA velha galinha no velho céu azul, entre os dois anões que vivem e morrem nas costas
de uma poltrona e roubam fruta e dão trincas na Carroça na colina.
Como se, na presença do mar, lambessem as redes e a remendada vela de guizos à cabeça
e concertinas
falavam de coisas sem fim e dos muitos significados das folhas
Entre a interminável tempestade de vontade,
A cadeia da galinha e do céu turquesa
dizem a vontade e muitas vontades, e do vento,
que as tendas são provisórias trazidas para baixo
para um abaixo do beiral do telhado das cartas que o matemático admirava,
porque a prosa era sentimental
em cinquenta segundos os pÚemas da mansão das medusas
de que a tempestade, para a fazenda de um rodado vestido,
é atracar a surdez que a caveira ganha ao sol.
Aplainando: Como se passaram ###. Não,
o-deixa-estar-tísico ronda as crias aguando a voz que está sob o beiral.
a lâmina Não se fala,
no prolapso o som que ouvimos Nesta conversa, o som Das coisas e dos seus movimentos: o imperturbável viveiro do outro ser vinca Um monstro na véspera que se desloca
pelo pasto de uma estação turquesa rodada
a cem quilómetros do clarão.
´´´´´tempera´´´´´´´´´´´´´´´´´´
Na cintura um boletim do ministério comunica
Que há muita paz´´´´´´´´´´´´´´E que a maioria das metamorfoses ´´´´´´´ é um desatino
tardam as nuvens
a propósito, a palma da minha mão tem um cavalo marinho a afiar as naifas nas orelhas.
Silent Solace: abortar.
É amarelo e antigo aquele farol
infinitamente para dentro tenho a vaga impressão que a certa altura Nesta conversa
o beiral a-l-a-g-a e tem colecções de formigas.
A velha galinha e o velho céu azul,
Entre os dois que vivem e morrem --
As trincas de Carroça na colina.
Como se, na presença do mar,
É secar as redes e a remendada vela
E falava de coisas sem fim,
Entre a interminável tempestade de vontade,
Uma vontade e muitas vontades, e do vento,
Dos muitos significados nas folhas,
Trazido para baixo para um abaixo do beiral do telhado,
de que a tempestade, para a fazenda,
A cadeia da galinha e do céu turquesa
Como se passaram ###.
Não é uma voz que está sob o beiral.
Não se fala, o som que ouvimos
Nesta conversa, o som
Das coisas e os seus movimentos: o outro ser,
Um monstro que se desloca pela turquesa rodada.
´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
a poética do espaço
domingo, 18 de janeiro de 2009
Fazemos nós um lugar para além
Atrás da luz e palavras que não podes desprezar,
Mas para além o agitado ouvir
Até que alguém realmente se encontra para fora.
(Ou então dizemos) que no final
Falamos
a literal litania
A menção depois.
mas é por onde se entram muito bem longe
.
.
.
passarinho de papel
sob
montanha de alumínio
Revelação
sábado, 17 de janeiro de 2009
deslibelinhizar
uma libelinha
alimenta-se de girinos e instituições
planas
no vazio fusiforme
das cabeças temporárias








